"O pensar se manifesta na palavra; A Palavra se transforma em ato; o ato se desenvolve em hábito; e o hábito endurece como caráter." - Buda

"Nós somos as sondas por meio das quais a existência conhece a si mesma."
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A "esquerda" e a "direita" em política ou porquê não existem anjos na política.

Olá mais uma vez para as queridas três pessoas que lêem este blog.

Pois bem o assunto de hoje é, em parte, política.

Assunto polarizante, evocador de subjetividade e frequentemente, embates agressivos por parte de quem interage falando sobre.
O que é interessante pois como um país, o Brasil tem a memória de um peixe dourado.
Você pode se envolver em escândalos absurdos, como toda a história da era Collor, e garanto que se você possuir as conexões certas, você retornará a política.


Mas não é sobre isso que quero falar. Quero falar justamente sobre a polarização que o assunto causa. O aspecto emocional.

É algo fácil de se constatar que emoções fortes nublam o julgamento objetivo.
Porque quando alguns falam de política seus corações e faces se inflamam, seus punhos se fecham e começam a esbravejar como Botafoguenses/Flamenguistas/Vascaínos/Tricolores furiosos?

Já ouviram falar de identificação?

Identificação é um fenômeno interessante. Por um momento, você se "enrosca" com o objeto de sua identificação, então qualquer coisa que você perceba como um ataque a seu objeto adorado, é interpretado como um ataque a própria pessoa.

Este estado de identificação pode se perpetuar indefinidamente, por meio de reforços positivos contínuos que você recebe de pessoas do meio.

Em outras palavras, você pode continuar sendo "vermelho" porque isto foi associado tradicionalmente com inteligência superior, discernimento, coragem para lutar contra a máquina capitalista. Em outras palavras, parte da sua identidade acaba sendo derivada de uma associação partidária.

Mas será que todos os "vermelhos" lutam pela igualdade, fraternidade e tudo que há de bom?

Vejamos esta interessante passagem :

"Marxist revolutionary Willi Munzenberg made no bones about his mission in life. It was to destroy Western civilization. No kidding. To accomplish this, he said, the Frankfurters would have to “organize the intellectuals and use them to make Western civilization stink. Only then, after they have cor rupted all its values and made life impossible, can we impose the dictatorship of the proletariat”. (OO's italics).

To summarize: Let’s create a culture of pessimism. Let’s make Western civilization stink. Let’s create a godless world and drive people to despair. Let’s corrupt society’s values and make life impossible. In short, let’s create hell on earth."

Esta passagem, retirada de um artigo sobre a corrupção da arte moderna traduzida fica assim:

" O revolucionário marxista Willi Munzenberg não disfarçava sua missão na vida. Era destruir a civilização ocidental. Sem brincadeira. Para conseguir isto, ele dizia, os Frankfurters teriam de organizar os intelectuais e utilizá-los para fazer a civilização ocidental tornar-se podre. Somente assim, após corromper todos os seus valores e fazer a vida impossível, podemos impor a ditadura do proletariado.

Willi. Mr. Nice Guy.
Sumário: Vamos fazer uma cultura de pessimismo. Vamos fazer a civilização ocidental apodrecer. Vamos criar um mundo sem deus e levar as pessoas ao desespero. Vamos corromper os valores da sociedade e fazer a vida impossivel. Em resumo, vamos fazer o inferno na terra."

Curioso, não? Não vejo muito de igualdade em discurso tão nobre.

Postei sobre um marxista, simplesmente para ilustrar que estes que frequentemente são vistos como os salvadores de nossa era, podem servir a interesses políticos obscuros tanto quanto a "direita". Não há necessidade de postar sobre a direita pois é bem claro que a direita costuma prestar servitude a máquina corporativa/capitalista.


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